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sábado, 2 de dezembro de 2023
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
CARTAZES DE AJUDANTE DO DIA
Com a ideia de desenvolver nas crianças a noção de responsabilidade é importante usar essa estratégia de selecionar ou sortear a criança que irar se comprometer a ajudar o professor e a turma durante o processo de ensino na sala de aula. Veja a seguir sugestões de cartazes para impressão.
https://www.google.com/search?q=sugest%C3%A3o+de+cartaz+para+educa
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
domingo, 6 de fevereiro de 2022
CARTAZ DE NÚMEROS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL
No retorno as aulas os professores necessita de organizar o espaço para a recepção de seus alunos. Isso é importante principalmente para turmas de Educação Infantil, pois, o ambiente bem arrumado diz muita coisa para as crianças. Veja essas imagens de números personalizadas da Galinha Pintadinha, para imprimir.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
VOLTA ÀS AULAS
Início de 2022 estamos na expectativa do retorno das aulas presenciais, junto com isso vem o comprometimento dos profissionais na preparação do ambiente para receber as crianças. Vejam sugestões de cartazes para receberem seus alunos.
Referências: https://www.google.com/
https://professorajuce.blogspot.com/
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
BNCC na Educação Infantil: noções básicas
Base Nacional Comum Curricular (BNCC), O que é?
"A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE)".
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Direitos de aprendizagem e de desenvolvimento: |
Campos de Experiência |
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento |
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São seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento: Conviver; Brincar; Participar; Explorar; Expressar e Conhecer-se.
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São cinco campos nos quais as crianças podem aprender e se
desenvolver: 1. O eu, o outro e o nós; 2. Corpo, gesto e movimentos; 3. Traços, sons, cores e formas; 4. Escuta, fala, pensamento e imaginação; 5. Espaços tempos, quantidades, relações e transformações.
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Os
objetivos são organizados por faixa etária (bebês, crianças muito pequenas,
crianças pequenas) para cada campo de experiência. |
Os campos de experiência compõem-se como um arranjo ou organização curricular interdisciplinar por natureza. Têm como objetivo principal oportunizar às crianças a significação dos saberes e conhecimentos propostos na Educação Infantil, garantindo os direitos de aprendizagem e a vivência plena da infância. Essa proposta curricular permite o protagonismo da criança na construção do conhecimento ao orientar experimentações e experiências, habilidades e competências, e não conteúdos e informações.
O eu, o outro, o nós
O processo de
construção da identidade da criança é central para o seu desenvolvimento.
Acontece ao longo de toda a vida, mas é particularmente intenso durante a
Educação Infantil.
Esse campo destaca
experiências que possibilitem às crianças, na interação com outras crianças e
adultos, viverem situações de atenção pessoal e outras práticas sociais, nas
quais aprendem a se perceber como um eu, alguém que tem suas
características, desejos, motivos e concepções; a considerar seus parceiros
como um outro, com seus desejos e interesses próprios; e a tomar
consciência da existência de um nós, um grupo humano cada vez mais
ampliado e diverso. Nesse processo, vão se constituindo como alguém com um modo
próprio de agir, sentir e pensar. A ênfase neste campo de experiências está
ligada à constituição de atitudes nas relações vividas ao longo de toda a
permanência da criança na unidade de Educação Infantil, abrindo caminho para
outras aprendizagens.
Corpo, gestos e
movimentos
Na primeira
infância, o corpo é o instrumento expressivo e comunicativo por excelência,
que serve de suporte para o desenvolvimento emocional e mental, sendo essencial
na construção de afetos e conhecimentos.
Esse campo destaca experiências nas quais o corpo, os gestos e os movimentos constituem linguagens das quais as crianças, desde cedo, fazem uso e que as orientam em relação ao mundo. O referido campo destaca experiências ricas e diversificadas, em que gestos, mímicas, posturas e movimentos expressivos constituem uma linguagem vital com a qual as crianças percebem e expressam emoções, reconhecem sensações, interagem, brincam, ocupam espaços e neles se localizam, construindo o conhecimento de si e do mundo. Destaca-se também que a capacidade de nomear, identificar e ter consciência do próprio corpo (assim como a construção de uma autoimagem positiva) está associada às oportunidades oferecidas às crianças para a expressão e o conhecimento da cultura corporal da sociedade em que vivem.
Traços, sons, cores e
formas
As crianças vivem em ambientes onde, a cada momento, ocorrem situações envolvendo pessoas, atividades, espaços, objetos e materiais que elas buscam perceber, reconhecer, significar e representar . Essa busca é feita pela apropriação de diferentes linguagens e recursos, como suas sensações, afetos e desejos, sua corporeidade, sua linguagem verbal, sua percepção das ações de seus parceiros e sua atenção voltada para os aspectos materiais do ambiente.
Fala, escuta,
pensamento e imaginação
A aproximação
entre diferentes linguagens traz para o cotidiano das unidades de Educação
Infantil momentos de escuta – no sentido de produzir ou
acolher mensagens orais, gestuais, corporais, musicais e plásticas, além das
mensagens trazidas por textos escritos – e de fala – entendida
como expressar ou interpretar não apenas pela oralidade, mas também pela
linguagem de sinais, pela escrita convencional, pela escrita não convencional,
pela escrita braile e também pela dança, pelo desenho e por outras
manifestações expressivas.
Este campo ressalta
experiências que evidenciam a estreita relação entre os atos de fala e escuta
e a constituição da linguagem e do pensamento humanos desde a infância.
Destaca a experiência da criança com a linguagem verbal em diálogo com
outras linguagens desde o nascimento, de modo a ampliar não apenas essa
linguagem, mas também o pensamento (sobre si, sobre o mundo e
sobre a língua) e a imaginação.
Espaços, tempos,
quantidades, relações e transformações
Temas como animais,
plantas, sustentabilidade do ambiente, vida cotidiana, produção de bens e
economia, nossa cidade, organizações sociais etc. e atividades que lidam com
números têm orientado o trabalho na Educação Infantil. Esses e outros
temas, no entanto, precisam ser tratados por meio da discussão de noções de
espaço, de tempo, de quantidade, de relações e de transformações de
elementos quando se pretende motivar a criança a ter um olhar mais crítico e
criativo sobre o mundo, propiciando a ela aprendizagens mais significativas.
Neste campo,
destacam-se experiências nas quais as crianças falam, descrevem, narram, explicam
e fazem relações, requisitos fundamentais para a construção e a ampliação
de saberes. As vivências cotidianas delas na unidade — construir um castelo
como cenário de um faz de conta; procurar um tatu-bola no jardim; cuidar de
plantas e de animais; colecionar objetos; movimentar-se por diferentes espaços
com diversos desafios; pensar sobre perguntas como: "Quanto tempo falta
para o meu aniversário?", "Por que quando minha avó era criança
não havia televisão?", "Por que alguns objetos afundam e outros
não?", "Por que existem alguns animais com penas e outros com
pelos?", "Quantas vezes um elefante é maior do que um cavalo?"
—, além de fortalecerem sua autonomia, podem ser ricas oportunidades para a
construção do raciocínio lógico, de noções de espaço e tempo,
de quantidade, de classificação, de seriação etc., para a
percepção de relações e de transformações nas
situações, objetos e materiais observados ou manuseados, e para o
desenvolvimento da sua imaginação.
Promover a equidade supõe reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes, e portanto, orientar o planejamento e a ação curricular e didático-pedagógica para a inclusão de todos é a superação das desigualdades.
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sábado, 9 de outubro de 2021
História da Ovelha cor de Rosa
Para introduzir uma assunto ou até dar continuidade acrescentando novos elementos é interessante começar com uma história. Veja como a história fornecer elementos para as atividades em sala de aula.
A ovelha cor de rosa
A pobre ovelhinha cor de rosa, pequena e com frio, baixinho chorava – mééééé mééééé. As vaquinhas, vendo aquele pequeno novelo de lã rosa ali, compadeceram-se de sua situação. E começaram a tomar conta da ovelhinha cor de rosa.
O tempo ia passando e a ovelha cor de rosa crescia junto aos bezerros. Fazia tudo o que os outros faziam, e gostava de morar ali. Mas, secretamente, tinha um sonho. De vive em uma família de ovelhas.
Um dia, uma família de ovelhas com o pelo branquinho como a neve passou perto do pasto. E viram a ovelhinha cor de rosa junto às vacas, bois e bezerros. Estranharam.
- Ovelhinha,
você vive num pasto?
- Sim.
Fui deixada aqui ao nascer, e as vaquinhas me criam.
- Mas, isto está errado. Elas não são ovelhas!
- Não
são ovelhas, mas são a família que eu tenho.
- Por
que você não vem conosco? Assim você fará parte de uma família de ovelhas
de verdade.
A ovelhinha cor de rosa mal cabia em si de tanta felicidade! Finalmente
teria uma família de ovelhas! Outros seres que fazem méééé ao
seu lado – ao invés do costumeiro múúúúú de todos os dias.
A família de ovelhas levou a ovelha cor de rosa para sua casa. A filha,
uma ovelha que tinha a idade da ovelhinha cor de rosa, logo disse: 'você não
pode usar meu pente, minha tiara e nem minhas presilhas de cabelo. Não quero um
único fio de lã rosa estragando as minhas coisas'. A ovelhinha cor de rosa
ficou chateada com a nova irmã, mas aceitou.
Com o tempo, porém, a ovelha cor de rosa viu que não usar o pente da
irmã era o menor de seus males. Os pais colocaram as duas em escolas diferentes
e pareciam ter vergonha da cor rosa de sua filha adotada. E a pobre ovelhinha
cor de rosa começou a se sentir cada vez mais triste e sozinha.
Até que, numa tarde destas, a irmã ovelha começou a implicar com sua cor rosa. E elas brigaram feio. Os pais, então, tomaram uma decisão: 'não tem lugar para você nesta casa! Está na hora de voltar para seu pasto!'
As vaquinhas receberam a ovelhinha cor de rosa de braços abertos. Mas
ela, coitadinha, sentia-se mais rejeitada que nunca. 'Será que nunca haverá
alguém para apreciar o rosa de minha lã?', pensava.
Os bezerrinhos já estavam crescidos e, um a um, iam sendo vendidos ou
trocados. Mimosa, uma bezerrinha gorducha muito amiga da ovelha cor de roda,
foi vendida como vaca leiteira para uma pequena fazenda perto dali. E teve
uma ideia:
- Eles
vem me buscar amanhã, num caminhãozinho. Eu vou fingir que empaquei, não
entro no caminhão. Daí você corre e se esconde lá dentro. Vamos as duas
juntas para a fazendinha!
- Mas,
e se não me quiserem por lá?
- Vão
querer, aposto! E além do mais, quem não arrisca não petisca! Vamos
tentar, ué!
- Está bem, está bem – concordou a ovelha cor de rosa.
Quando chegaram e o dono da fazenda foi ver sua vaquinha, uma surpresa: viu, ali encolhidinha, uma ovelha cor de rosa. Gritou para a mulher e as filhas: 'venham ver isto!'
Passa as manhãs brincando com as vaquinhas, os potros, os patos e as galinhas. À tarde, as filhas do fazendeiro voltam da escola e fazem uma festa danada com ela! Ela vive cercada de amor, e aprendeu uma valiosa lição. Na vida, sempre vai ter alguém para dizer que somos diferentes, e que o diferente é errado. Mas, errado é quem pensa assim! São as nossas diferenças que nos tornam seres únicos, especiais. E é maravilhoso poder ser do seu jeitinho, especial, diferente e único!
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